1. Seria muito melhor ter ido assistir o filme do Pelé.
2. As crianças mexicanas tem rugas.
3. JAMAIS enconstar em alguém que esteja tomando um choque.
4. Seu Madruga paga o aluguel todos os meses. Por isso sempre deve 14 meses, não 15, 16, 17…
5. Brasilia já foi carrão.
6. Não basta ser o maior professor do mundo. Tem que ter um pouco de pepsicologia.
7. Pessoas bebem leite de burra.
8. Existe uma fruta chamada tamarindo.
9. O Kiko é emo.
10. Devemos deixar os outros fazerem nosso trabalho para evitarmos a fadiga.
11. A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena.
12. As tintas verde-limão são as mais baratas no México.
13. Trabalho não é a pior coisa do mundo. Pior é ter que trabalhar.
14. Uma epístola é uma carabina, só que menor.
15. Azul marinho em inglês é blue marinho.
16. Equilibrar cabo de vassoura com o pé é maneiro.
17. Deixar uma casca e banana no chão pode causar um grande acidente.
18. O segundo episodio do Guilherme Tell é o mais caro do mundo. Por isso o Silvio Santos não comprou.
19. Alguns móveis são feitos de isopor.
20. Portas também.
21. Se me acordarem às 11h, tragam o café na cama.
22. Socos têm barulhos de sinos.
23. Sempre tem um filho da puta que rouba as moedas nas fontes dos desejos.
24. Leite é muito parecido com cimento.
25. “Quero ver outra vez seus olhos olhinhos em noite serena” é a talvez a única música mexicana que metade da população brasileira conheça.
26. Um cabo de vassoura com um lençol amarrado na ponta equivale a uma mala.
27. O pai do Quico na verdade está vivo, ele simplesmente fugiu de casa.
28. Alguns alunos são tão tímidos que nem os professores percebem sua presença em sala de aula.
29. Uma caveira significa prerigo. PRE-RI-GO.
30. Ninguém tranca as portas nas vilas mexicanas.
31. As marcas de catapora feitas com caneta hidrocor ficariam muito estranhas na TV Digital.
32. Qualquer Mcdonalds da América do Sul lucraria caso vende-se o Mc Sanduíche de Presunto.
33. Hector Bonilha é o Antonio Fagundes acima da linha do Equador.
34. As pessoas boas devem amar seus inimigos.
35. Deus é um cara legal por não deixar as vacas voarem.
36. Os carrinhos feitos com caixas de sapatos são os mais maneiros.
37. Não é indicado deixar uma máquina de lavar no meio da sala.
38. Nunca acredite em boatos de que seus ídolos morreram num acidente de avião.
39. Bolinhas de tênis de mesa são parecidíssimas com ovos.
40. Pirulitos podem ter o tamanho de raquetes de tênis.
41. O trabalho infantil é legalizado no México.
42. Os roteiristas da série não sabiam o que era a aritmética.
43. O estilingue pode ser uma arma mortal.
44. Tem vez que Acapulco é no Guarujá.
45. Se você é jovem ainda um dia velho será.
46. Pouco me importa se você quer. Compre.
47. Algumas pessoas são idiotas a nível executivo.
48. As dívidas são sagradas.
49. Se você quiser vir a ser alguma coisa, que devore os livros.
50. Se capivaras tivessem trombas seriam trapezistas em um circo tchecoslovaco.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Os cinco desafios para a Copa de 2014 no Brasil
1 . NÃO DEIXAR OS CUSTOS ESTOURAREM
Chances: mínimas
Um dos lugares-comuns mais repetidos quando se trata de avaliar os efeitos benéficos de uma Copa do Mundo ao país que a sedia é dar como certo o crescimento econômico – as estimativas vão de uma expansão do PIB de 1% a 3% no ano imediatamente posterior ao torneio. Os ingleses Simon Kuper e Stefan Szymanski, autores do livro Soccernomics – o Freakonomics do futebol – enterram essa tese. “Na verdade, sediar torneios esportivos de modo algum deixa um país rico. O motivo pelo qual os países são tão ansiosos para sediar é completamente diferente: sediar deixa sua população feliz”, escreve a dupla. “Mas, estranhamente, os candidatos a anfitriões não parecem compreender seus próprios motivos”.
Mas compreendem, com facilidade assustadora, que o nome do jogo é dinheiro – dinheiro e tudo quanto é exagero (e malversação, muitas vezes) atrelado a ele. Sabe-se, desde já, que o Mundial brasileiro custará pelo menos o dobro do realizado na África do Sul. O custo total estimado é de 17,52 bilhões de reais, destinado a 59 obras, sendo 12 delas em estádios. Apenas com os trabalhos de construção ou reforma das arenas serão gastos 5,4 bilhões de reais. Na África do Sul, dados recentemente divulgados apresentaram um total de 7,9 bilhões de reais com infraestrutura geral – e 3,4 bilhões em estádios. Nenhum dos dois países pôs nessa conta as transformações necessárias nos aeroportos. As autoridades brasileiras atribuem despesas maiores que as sul-africanas em decorrência do número maior de sedes – 12 – ante 9 da Copa de 2010.
Mas não resta dúvida: tão ou mais certo que a realização da Copa no Brasil em 2014 é o estouro orçamentário com dinheiro privado e público.
2. PÔR SÃO PAULO NO MAPA
Chances: boas
O presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa de 2014, Ricardo Teixeira, foi direto ao ponto na semana passada, ao apresentar o logotipo do torneio brasileiro em Johannesburgo: “São Paulo não tem estádio”. A frase apenas ecoava o veto da FIFA ao Morumbi. “Temos que ver qual a participação São Paulo quer ter na Copa. Se quer ter a abertura ou outra participação. O estádio da Cidade do Cabo foi construído em dois anos e meio. O prazo está acabando e São Paulo precisa definir rápido”. É inconcebível não ter a cidade mais rica do Brasil, motor da economia, com jogos fundamentais. Seria como ter Milão fora da Copa de 1990, na Itália, ou Barcelona afastada do Mundial de 1982, na Espanha.
Nos bastidores há imensa preocupação da FIFA e das autoridades brasileiras – embora já se aceite a realização do jogo de abertura, assim como o de encerramento, no mítico Maracanã, vitrine obrigatória para o resto do mundo. Descartado o paulistano Morumbi, trabalha-se com três alternativas: a construção de uma nova arena no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo; e as reformas do Parque Antártica (do Palmeiras) e Pacaembu (de propriedade do município). Há boas chances de uma solução porque a ausência de São Paulo em 2014, para muito além da evidente incompetência dos organizadores, representaria um baque econômico.
3. EVITAR O CAOS NOS TRANSPORTES
Chances: razoáveis
A mais recente Copa do Mundo realizada em um país de dimensões e distâncias semelhantes às do Brasil foi a dos Estados Unidos, em 1994. Deu certo porque o deslocamento de torcedores (além de jornalistas e das próprias seleções) foi facilitado pela rica rede de transporte aéreo. Teme-se muita confusão na Copa de 2014, na ausência de garantias privada e do governo. A solução para evitar o estrago definitivo veio da própria FIFA: o Brasil será dividido em quatro regiões, de maneira a evitar grandes deslocamentos. A saber:
Área 1: Curitiba (Arena da Baixada), Porto Alegre (Beira Rio), São Paulo (sem estádio definido)
Área 2: Rio (Maracanã), Belo Horizonte (Mineirão), Salvador (Fonte Nova)
Área 3: Recife (Arena Capibaribe), Fortaleza (Castelão), Natal (Arena das Dunas)
Área 4: Cuiabá (Verdão), Manaus (Arena Amazônia), Brasília (Estádio Nacional)
A divisão preocupa o ministério de turismo, já que impedirá maior movimentação entre as regiões do país. Mas é, sem dúvida, o melhor caminho para evitar caos aéreo semelhante ao que atingiu a África do Sul nos últimos dias, quando centenas de torcedores perderam a partida semifinal entre Alemanha e Espanha, em Durban, em decorrência de atrasos e cancelamentos de voos que partiam de Johannesburgo. A FIFA estuda algum tipo de compensação.
4. ENTUSIASMAR O POVO COM A SELEÇÃO
Chances: muito boas
O modelo mais adequado é o da Alemanha, sede da Copa do Mundo de 2006. A federação local incentivou o treinador Klinsmann a chamar jogadores que atuavam no país, preferencialmente muito jovens. Houve fascinante entusiasmo no país, algo que não se via ali desde o fim da Segunda Guerra. Nem mesmo a queda do Muro de Berlim produzira tanta alegria. Deu-se o casamento da felicidade em abrigar uma Copa do Mundo com a descontração de uma equipe rápida, com fome de gols. A Alemanha ficou apenas com o terceiro lugar ( foi derrotada na semifinal pela Itália) mas nem mesmo o decepcionante resultado final para quem sonhava com o título apagou a genuína celebração.
A CBF ainda não escolheu o novo treinador, mas já informou que a primeira convocação depois da Copa de 2010 – no início de agosto – terá apenas nomes de “brasileiros”. Será difícil manter essa mesma postura até 2014, mesmo porque é inegável o fortalecimento profissional de jogadores que atuam na Europa. Mas como não há outra saída (vencer, e vencer com sorriso e futebol bonito), o atalho para atrair os torcedores é oferecer a eles jogadores de seus clubes de predileção. A mais recente vitória da seleção com 100% de jogadores atrelados a equipes brasileiras foi o tri de 1970. De lá para cá, a economia globalizada engoliu também o futebol, num movimento natural e necessário. Mas talvez seja a hora de um pequeno passo atrás.
5. TORNAR O LOGOTIPO OFICIAL BONITO
Chances: mínimas
Diz o batido chavão que gosto não se discute, mas nem sempre é assim. Foi quase unânime a impressão de mau gosto com o logotipo da Copa de 2014 divulgado na semana passada. Comparado a outros símbolos recentes – como as marcas da África do Sul, agora em 2010, e a da Alemanha, em 2006 – é triste, fechada, sem vida. Comparada a clássicos como o logo de 1974, é simplesmente brega. Nem é preciso listar as piadas que já cercam o desenho (uma delas diz que se parece com o médium Chico Xavier em momento de contrição) para entender que houve uma má escolha, apressada.
Soa complicado transformar o feio em bonito, mesmo com quatro anos pela frente – mas é inquestionável que, por força de contratos de marketing, a marca se espalhará com muita velocidade. Com o tempo, e como tudo na vida acaba se resolvendo, é certo que nos habituaremos com a figura simplória.
É fundamental, contudo, que a FIFA e o Comitê Organizador Local (leia-se CBF) esclareçam como foi feita a escolha, algo que ainda anda encoberto, nas sombras. Sabe-se apenas que a marca foi elaborada pela agência África e selecionada há um mês pelo escritor Paulo Coelho, a modelo Gisele Bündchen, o designer Hans Donner, o arquiteto Oscar Niemeyer, a cantora Ivete Sangalo e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Do ramo mesmo, só Donner e Niemeyer. Para o arquiteto de Brasília, a imagem é “bonita o suficiente”. Esperava-se mais.
Quase sempre, os logotipos são criticados – o de 2006 recebeu saraivada de tiros de tudo quanto é lado, disseram que “nada tinha a ver com o espírito da Alemanha, era pueril”. Mas perto do escolhido para o Brasil 2014 é uma obra-prima de bom senso e riqueza estética.
Chances: mínimas
Um dos lugares-comuns mais repetidos quando se trata de avaliar os efeitos benéficos de uma Copa do Mundo ao país que a sedia é dar como certo o crescimento econômico – as estimativas vão de uma expansão do PIB de 1% a 3% no ano imediatamente posterior ao torneio. Os ingleses Simon Kuper e Stefan Szymanski, autores do livro Soccernomics – o Freakonomics do futebol – enterram essa tese. “Na verdade, sediar torneios esportivos de modo algum deixa um país rico. O motivo pelo qual os países são tão ansiosos para sediar é completamente diferente: sediar deixa sua população feliz”, escreve a dupla. “Mas, estranhamente, os candidatos a anfitriões não parecem compreender seus próprios motivos”.
Mas compreendem, com facilidade assustadora, que o nome do jogo é dinheiro – dinheiro e tudo quanto é exagero (e malversação, muitas vezes) atrelado a ele. Sabe-se, desde já, que o Mundial brasileiro custará pelo menos o dobro do realizado na África do Sul. O custo total estimado é de 17,52 bilhões de reais, destinado a 59 obras, sendo 12 delas em estádios. Apenas com os trabalhos de construção ou reforma das arenas serão gastos 5,4 bilhões de reais. Na África do Sul, dados recentemente divulgados apresentaram um total de 7,9 bilhões de reais com infraestrutura geral – e 3,4 bilhões em estádios. Nenhum dos dois países pôs nessa conta as transformações necessárias nos aeroportos. As autoridades brasileiras atribuem despesas maiores que as sul-africanas em decorrência do número maior de sedes – 12 – ante 9 da Copa de 2010.
Mas não resta dúvida: tão ou mais certo que a realização da Copa no Brasil em 2014 é o estouro orçamentário com dinheiro privado e público.
2. PÔR SÃO PAULO NO MAPA
Chances: boas
O presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa de 2014, Ricardo Teixeira, foi direto ao ponto na semana passada, ao apresentar o logotipo do torneio brasileiro em Johannesburgo: “São Paulo não tem estádio”. A frase apenas ecoava o veto da FIFA ao Morumbi. “Temos que ver qual a participação São Paulo quer ter na Copa. Se quer ter a abertura ou outra participação. O estádio da Cidade do Cabo foi construído em dois anos e meio. O prazo está acabando e São Paulo precisa definir rápido”. É inconcebível não ter a cidade mais rica do Brasil, motor da economia, com jogos fundamentais. Seria como ter Milão fora da Copa de 1990, na Itália, ou Barcelona afastada do Mundial de 1982, na Espanha.
Nos bastidores há imensa preocupação da FIFA e das autoridades brasileiras – embora já se aceite a realização do jogo de abertura, assim como o de encerramento, no mítico Maracanã, vitrine obrigatória para o resto do mundo. Descartado o paulistano Morumbi, trabalha-se com três alternativas: a construção de uma nova arena no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo; e as reformas do Parque Antártica (do Palmeiras) e Pacaembu (de propriedade do município). Há boas chances de uma solução porque a ausência de São Paulo em 2014, para muito além da evidente incompetência dos organizadores, representaria um baque econômico.
3. EVITAR O CAOS NOS TRANSPORTES
Chances: razoáveis
A mais recente Copa do Mundo realizada em um país de dimensões e distâncias semelhantes às do Brasil foi a dos Estados Unidos, em 1994. Deu certo porque o deslocamento de torcedores (além de jornalistas e das próprias seleções) foi facilitado pela rica rede de transporte aéreo. Teme-se muita confusão na Copa de 2014, na ausência de garantias privada e do governo. A solução para evitar o estrago definitivo veio da própria FIFA: o Brasil será dividido em quatro regiões, de maneira a evitar grandes deslocamentos. A saber:
Área 1: Curitiba (Arena da Baixada), Porto Alegre (Beira Rio), São Paulo (sem estádio definido)
Área 2: Rio (Maracanã), Belo Horizonte (Mineirão), Salvador (Fonte Nova)
Área 3: Recife (Arena Capibaribe), Fortaleza (Castelão), Natal (Arena das Dunas)
Área 4: Cuiabá (Verdão), Manaus (Arena Amazônia), Brasília (Estádio Nacional)
A divisão preocupa o ministério de turismo, já que impedirá maior movimentação entre as regiões do país. Mas é, sem dúvida, o melhor caminho para evitar caos aéreo semelhante ao que atingiu a África do Sul nos últimos dias, quando centenas de torcedores perderam a partida semifinal entre Alemanha e Espanha, em Durban, em decorrência de atrasos e cancelamentos de voos que partiam de Johannesburgo. A FIFA estuda algum tipo de compensação.
4. ENTUSIASMAR O POVO COM A SELEÇÃO
Chances: muito boas
O modelo mais adequado é o da Alemanha, sede da Copa do Mundo de 2006. A federação local incentivou o treinador Klinsmann a chamar jogadores que atuavam no país, preferencialmente muito jovens. Houve fascinante entusiasmo no país, algo que não se via ali desde o fim da Segunda Guerra. Nem mesmo a queda do Muro de Berlim produzira tanta alegria. Deu-se o casamento da felicidade em abrigar uma Copa do Mundo com a descontração de uma equipe rápida, com fome de gols. A Alemanha ficou apenas com o terceiro lugar ( foi derrotada na semifinal pela Itália) mas nem mesmo o decepcionante resultado final para quem sonhava com o título apagou a genuína celebração.
A CBF ainda não escolheu o novo treinador, mas já informou que a primeira convocação depois da Copa de 2010 – no início de agosto – terá apenas nomes de “brasileiros”. Será difícil manter essa mesma postura até 2014, mesmo porque é inegável o fortalecimento profissional de jogadores que atuam na Europa. Mas como não há outra saída (vencer, e vencer com sorriso e futebol bonito), o atalho para atrair os torcedores é oferecer a eles jogadores de seus clubes de predileção. A mais recente vitória da seleção com 100% de jogadores atrelados a equipes brasileiras foi o tri de 1970. De lá para cá, a economia globalizada engoliu também o futebol, num movimento natural e necessário. Mas talvez seja a hora de um pequeno passo atrás.
5. TORNAR O LOGOTIPO OFICIAL BONITO
Chances: mínimas
Diz o batido chavão que gosto não se discute, mas nem sempre é assim. Foi quase unânime a impressão de mau gosto com o logotipo da Copa de 2014 divulgado na semana passada. Comparado a outros símbolos recentes – como as marcas da África do Sul, agora em 2010, e a da Alemanha, em 2006 – é triste, fechada, sem vida. Comparada a clássicos como o logo de 1974, é simplesmente brega. Nem é preciso listar as piadas que já cercam o desenho (uma delas diz que se parece com o médium Chico Xavier em momento de contrição) para entender que houve uma má escolha, apressada.
Soa complicado transformar o feio em bonito, mesmo com quatro anos pela frente – mas é inquestionável que, por força de contratos de marketing, a marca se espalhará com muita velocidade. Com o tempo, e como tudo na vida acaba se resolvendo, é certo que nos habituaremos com a figura simplória.
É fundamental, contudo, que a FIFA e o Comitê Organizador Local (leia-se CBF) esclareçam como foi feita a escolha, algo que ainda anda encoberto, nas sombras. Sabe-se apenas que a marca foi elaborada pela agência África e selecionada há um mês pelo escritor Paulo Coelho, a modelo Gisele Bündchen, o designer Hans Donner, o arquiteto Oscar Niemeyer, a cantora Ivete Sangalo e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Do ramo mesmo, só Donner e Niemeyer. Para o arquiteto de Brasília, a imagem é “bonita o suficiente”. Esperava-se mais.
Quase sempre, os logotipos são criticados – o de 2006 recebeu saraivada de tiros de tudo quanto é lado, disseram que “nada tinha a ver com o espírito da Alemanha, era pueril”. Mas perto do escolhido para o Brasil 2014 é uma obra-prima de bom senso e riqueza estética.
domingo, 11 de julho de 2010
O Enigmatico Viajante do Tempo!!
Investigadores federais prenderam um enigmático aplicador de Wall Street acusado de ter acesso a informações internas e privilegiadas. E, incrivelmente, ele alega ser um viajante do tempo do ano 2256!
Fontes da Comissão de Segurança confirmam que Andrew Carlssin, de 44 anos, ofereceu esta bizarra explicação para seu incrível sucesso no mercado de ações, após ser levado algemado em 28 de janeiro.
"Não acreditamos na história desse cara - ou ele é um lunático ou um mentiroso patológico", disse um membro da Comissão. "Mas o fato é que, com um investimento inicial de apenas 800 dólares, em duas semanas ele tinha um portfólio avaliado em 350 milhões de dólares. Toda transação que ele fez deu lucros, em áreas inesperadas dos negócios, o que não pode ser simplesmente sorte.
Ele só pode ter conseguido através de informações internas ilegais. Ele vai ficar sentado em uma cela na Ilha Riker até concordar em divulgar suas fontes".
Quando investigadores pressionaram Carlssin durante o interrogatório, foram surpreendidos por uma confissão que durou quatro horas. Carlssin declarou que viajou de volta no tempo a partir de 200 anos no futuro e que seu conhecimeto dessa era lhe permitiu acumular a fortuna que obteve. "Era tentador demais para resistir", teria dito Carlssin durante a confissão, que foi gravada em videotape.
Para provar que estava falando a verdade, Carlssin se ofereceu para falar sobre "fatos históricos" como a cura da AIDS e o real esconderijo de Osama Bin Laden. Tudo o que ele quer é que permitam que volte ao futuro em sua "nave temporal". Mas ele se recusa a revelar a localização da máquina ou falar como ela funciona, supostamente com medo de que a tecnologia "caia em mãos erradas".
O mais intrigante é que os agentes ainda não encontraram nenhum registro existente sobre qualquer Andrew Carlssin antes de dezembro de 2002.
Fontes da Comissão de Segurança confirmam que Andrew Carlssin, de 44 anos, ofereceu esta bizarra explicação para seu incrível sucesso no mercado de ações, após ser levado algemado em 28 de janeiro.
"Não acreditamos na história desse cara - ou ele é um lunático ou um mentiroso patológico", disse um membro da Comissão. "Mas o fato é que, com um investimento inicial de apenas 800 dólares, em duas semanas ele tinha um portfólio avaliado em 350 milhões de dólares. Toda transação que ele fez deu lucros, em áreas inesperadas dos negócios, o que não pode ser simplesmente sorte.
Ele só pode ter conseguido através de informações internas ilegais. Ele vai ficar sentado em uma cela na Ilha Riker até concordar em divulgar suas fontes".
Quando investigadores pressionaram Carlssin durante o interrogatório, foram surpreendidos por uma confissão que durou quatro horas. Carlssin declarou que viajou de volta no tempo a partir de 200 anos no futuro e que seu conhecimeto dessa era lhe permitiu acumular a fortuna que obteve. "Era tentador demais para resistir", teria dito Carlssin durante a confissão, que foi gravada em videotape.
Para provar que estava falando a verdade, Carlssin se ofereceu para falar sobre "fatos históricos" como a cura da AIDS e o real esconderijo de Osama Bin Laden. Tudo o que ele quer é que permitam que volte ao futuro em sua "nave temporal". Mas ele se recusa a revelar a localização da máquina ou falar como ela funciona, supostamente com medo de que a tecnologia "caia em mãos erradas".
O mais intrigante é que os agentes ainda não encontraram nenhum registro existente sobre qualquer Andrew Carlssin antes de dezembro de 2002.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Mundo não acaba em 2012
Textos maias não mencionam apocalipse daqui a dois anos, diz cientista
O mundo deverá passar ileso pelo ano de 2012, a julgar pelas declarações de Carlos Pallán, diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya do Instituto Nacional de Antropologia e História do México. Há alguns anos lendas dão conta de que os povos maias teriam deixado provas de que a vida no planeta se findaria em 2012 - a história deu à luz até um nome, de título homônimo.
Para Pallán, Em nenhum dos 15 mil textos existentes dos antigos maias está escrito que em 2012 haverá grandes cataclismos. O cientista disse que estas versões apocalípticas foram geradas em publicações esotéricas nos anos 1970, que assinalavam o fim da civilização humana para 2012, data que coincide com o décimo terceiro ciclo no calendário maia, no dia 21 de dezembro.
“Os maias jamais mencionam que o mundo vai acabar, jamais pensaram que o tempo terminaria em nossa época, o que nos reflete à consciência que alcançaram sobre o tempo, a partir do desenvolvimento matemático e da escritura”, destacou.
Pallán ainda explica que a data correta para o final do ciclo é 23 de dezembro de 2012 - e não 21, como vem sendo veiculado.
Na pior das hipóteses, caso as observações do cientista estejam erradas, teremos dois dias a mais de vida no planeta.
O mundo deverá passar ileso pelo ano de 2012, a julgar pelas declarações de Carlos Pallán, diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya do Instituto Nacional de Antropologia e História do México. Há alguns anos lendas dão conta de que os povos maias teriam deixado provas de que a vida no planeta se findaria em 2012 - a história deu à luz até um nome, de título homônimo.
Para Pallán, Em nenhum dos 15 mil textos existentes dos antigos maias está escrito que em 2012 haverá grandes cataclismos. O cientista disse que estas versões apocalípticas foram geradas em publicações esotéricas nos anos 1970, que assinalavam o fim da civilização humana para 2012, data que coincide com o décimo terceiro ciclo no calendário maia, no dia 21 de dezembro.
“Os maias jamais mencionam que o mundo vai acabar, jamais pensaram que o tempo terminaria em nossa época, o que nos reflete à consciência que alcançaram sobre o tempo, a partir do desenvolvimento matemático e da escritura”, destacou.
Pallán ainda explica que a data correta para o final do ciclo é 23 de dezembro de 2012 - e não 21, como vem sendo veiculado.
Na pior das hipóteses, caso as observações do cientista estejam erradas, teremos dois dias a mais de vida no planeta.
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