Sejam Bem Vindos!!

...expressem as suas opinioes sobre pontos de vista...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Significado das palavras‏

ABREVIATURA- ato de se abrir um carro de policia;

ALOPATIA - dar um telefonema para a tia;

BARBICHA - boteco para Gays;

CÁLICE - ordem para ficar calado;

CAMINHÃO - estrada muito grande;

CATÁLOGO - ato de se apanhar coisas rapidamente;

COMBUSTÃO - mulher com peito grande;

DESTILADO - aquilo que não está do lado de lá;

DETERGENTE - ato de prender indivíduos suspeitos;

DETERMINA - prender uma garota;

ESFERA - animal feroz amansado;

HOMOSSEXUAL - Sabão utilizado para lavar as partes íntimas;

LEILÃO - Leila com mais de 2 metros de altura;

KARMA - expressão mineira para evitar o pânico;

LOCADORA - uma mulher maluca de nome Dora;

NOVAMENTE - diz-se de indivíduos que renovam sua maneira de pensar;

OBSCURO - "OB" na cor preta;

QUARTZO - partze ou aposentzo de um apartamentzo;

RAZÃO - lago muito extenso porém pouco profundo;

RODAPÉ - aquele que tinha carro mas agora roda a pé;

SAARA - muulher do Jaaco;

SEXÓLOGO - sexo apressado;

SIMPATIA - concordando com a irmã da mãe;

SOSSEGA - mulher desprovida de visão;

TALENTO - característica de alguma coisa devagar;

TÍPICA - o que o mosquito te faz;

UNÇÃO - erro de concordância muito frequente (o correto seria um é);

VATAPÁ - ordem dada por prefeito de cidade esburacada;

VIDENTE - dentista falando sobre seu trabalho;

VIÚVA - ato de ver a uva;

VOLÁTIL - sobrinho avisando onde vai.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"Não precisamos escovar os dentes", diz especialista

Pesquisa já demonstrou que enxaguante bucal à base de clorexidina poderia substituir as escovas de dente com sucesso
Marco Túlio Pires
Escovar os dentes

(Jupiterimages)

"Durante dois anos, os pacientes só enxaguavam a boca duas vezes por dia. Conseguimos controlar o problema de placa bacteriana e de gengivite"

Paul Warren

Divulgação
Paul Warren

Paul Warren

Há 10 anos, Paul Warren descobriu que era possível viver bem sem escovar os dentes. Ele conduziu uma pesquisa em pacientes, que, durante dois anos, deixaram as escovas de dente de lado e utilizaram somente um enxaguante bucal chamado clorexidina. Resultado: todos os problemas com doenças associadas a bactérias, como cáries e gengivite, foram controlados completamente. Mas o pesquisador britânico descobriu também que, apesar da pouca paciência para escovar os dentes, os seres humanos adoram a sensação de “dever cumprido” após a escovação — e que algumas bochechadas não eram suficientes para substitui-la.

Warren é o vice-presidente de assuntos sobre a saúde bucal da P&G, grupo que controla a marca Oral-B. Ele já escreveu mais de 100 artigos sobre o controle mecânico e químico das bactérias na boca e, na última semana, esteve no Brasil, em Salvador, para o congresso da Associação Mundial Dentária. Warren explicou a VEJA.com porque o enxaguante bucal ainda não está nas prateleiras dos supermercados e como será a escova de dente do futuro.

Escovar os dentes é coisa do passado?
Fizemos uma pesquisa há 10 anos com um enxaguante bucal. Durante dois anos, foi tudo o que os pacientes usaram, duas vezes por dia. Conseguimos controlar o problema de placa bacteriana completamente e com isso acabaram os problemas de gengivite. E se a quantidade de açúcar em contato com os dentes fosse controlada, era possível controlar as cáries também. Contudo, embora as pessoas não tivessem mais que escovar os dentes, elas não gostavam disso. Para elas, limpar os dentes requeria algum esforço e o enxague não era suficiente, mesmo o estudo mostrando que a saúde dos dentes e da gengiva foi preservado nos dois anos durante a pesquisa.

E esse enxaguante foi desenvolvido por vocês?
Não. Trata-se de um enxaguante genérico chamado clorexidina, disponível por meio de receita médica em várias partes do mundo. Ele envolve a superfície do dente com cargas negativas, então, quando uma bactéria se aproxima, ela é repelida por causa da carga do íon que está lá. Como qualquer medicação, existe também um risco associado.

Qual é o problema com a clorexidina?
O problema com esse enxaguante é que ele ajuda na formação de manchas nos dentes. Então, se a pessoa consumir muito café, chá ou vinho tinto, é provável que ela desenvolva um certo nível de manchas nos dentes. Isso, claro, é inaceitável para muitas pessoas. A clorexidina é muito útil para situações onde o paciente não pode escovar os dentes, por causa de uma cirurgia, por exemplo. Mas, para grandes períodos de tempo, os efeitos colaterais não são animadores. Além disso, muitas pessoas não gostaram do gosto, que é bem forte. Eu brinco que se você gosta da bebida Campari, você irá amar clorexidina. A nossa intenção era encontrar algo que pudesse se fixar no dente e impedir a formação de bactérias eliminando a fonte das placas.

A criação de um enxaguante bucal capaz de aposentar a escova de dentes não seria um tiro no próprio pé?
Não acredito que a nossa pesquisa traria esse tipo de consequência. Em primeiro lugar, os resultados mostraram que mesmo controlando as placas com um enxaguante, as pessoas ainda gostariam de escovar os dentes. A impressão é que as pessoas precisam sentir o esforço ao escovar os dentes para se sentirem aliviadas. Como dentista, fiquei feliz por termos conseguido controlar a formação de bactérias apenas com um enxaguante, porque a maioria das pessoas passa apenas 46 segundos escovando os dentes. Todos os nossos estudos mostraram que o tempo médio de escovação é inferior a 50 segundos. E se você gasta menos que dois minutos escovando os dentes, você não está realizando uma higienização adequada.

A clorexidina seria capaz de eliminar a necessidade de utilizar fio dental?
O enxaguante que estudamos não é capaz de eliminar a comida que fica presa entre os dentes. Uma dentição perfeitamente alinhada e distribuída não teria esse tipo de problema, mas como a maior parte das pessoas não possui uma dentição perfeita, a resposta é não.

O enxaguante bucal seria mais barato que escovar os dentes?
Essa é uma questão interessante. Não tenho dados para afirmar que sim. Mas depende de quanto custaria o enxaguante se ele existisse no mercado de massa. Contudo, uma escova de dente é um aparato relativamente barato. É possível adquirir escovas mais sofisticadas que possuem preços variados e uma escova elétrica pode custar até 100 dólares. E honestamente, sob uma perspectiva de eficiência pelo custo, uma escova elétrica é melhor do que uma escova manual.

Vocês continuam na busca por um enxaguante que elimine a necessidade de escovas de dentes?
O clorexidina ainda é o padrão máximo para remoção de placas no que diz respeito a enxaguantes bucais e sabemos que ele possui esses efeitos colaterais com relação ao sabor e formação de manchas. Continuamos buscando outros agentes que pudessem ter a mesma eficácia sem os efeitos colaterais, mas, depois de 15 anos, ainda não encontramos nada. Isso quer dizer que ainda teremos que escovar nossos dentes com uma boa pasta dental e utilizar o fio.

O que podemos esperar para o futuro?
Houve uma pesquisa feita nos EUA ano passado perguntando às pessoas quais cinco objetos elas levariam para uma ilha deserta. O segundo colocado na lista foi a escova de dente. Isso mostra como as pessoas estão ligadas a esse pequeno objeto. Creio que, baseado nas muitas pesquisas que estive envolvido por todos esses anos, temos escovas manuais bastante eficientes se usadas devidamente. Esse é o desafio. Então, acredito que as pesquisas irão apontar para o desenvolvimento de escovas elétricas, uma vez que elas fazem um trabalho melhor em menos tempo.

As escovas elétricas estão por aí há um bom tempo, mas a maioria das pessoas ainda prefere as escovas simples.
Temos que motivar as pessoas para que a utilização seja correta. Por isso, teremos escovas elétricas com algum tipo de mecanismo de resposta, não apenas com uma contagem regressiva a partir de dois minutos, mas demonstrando quais partes da boca devam ser escovadas melhor, se a pressão está correta e assim por diante. Também acredito que as escovas terão uma função diagnóstica. Ou seja, aproveitar todas as informações existentes na saliva da pessoa. Seria possível captar, por meio de chips presentes na escova, informações sobre a sua saúde bucal e geral. Sabemos que a saliva pode mostrar indícios de diabetes e, se há sangramento, pode ser algum sinal de gengivite. O dentista poderia verificar a sua escova e dizer que você precisa se esforçar mais na escovação ou que você apresenta sinais de diabetes, cáries ou gengivite, por exemplo.

E como seria a escovação perfeita?
A primeira coisa a ser notada é a importância da saúde bucal. A boca não é separada do corpo, existe uma relação muito grande entre a saúde do nosso corpo e a saúde bucal. Por isso, uma boca saudável faz parte de um corpo saudável. E para chegar nesse estágio, é preciso existir uma escovação adequada, sistemática, passando em cada um dos dentes cobrindo todas as regiões. É preciso uma escova de dente com uma cabeça pequena para que todas as áreas sejam alcançadas e o mais importante, que você tenha paciência. Se você dedicar pouco tempo de manhã porque está com pressa para o trabalho ou escola, gaste mais tempo à noite para compensar.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Restaurante oferecera carne humana p clientes

Um restaurante de comida brasileira, previsto para ser inaugurado dia 8 de setembro em Berlim, está causando polêmica na imprensa alemã nacional e internacional. De acordo com o site do estabelecimento, chamado Flimé, esse restaurante traz uma estranha inovação gastronômica: servirá carne humana aos clientes.

De acordo com notícia publicada no jornal inglês The Guardian, o aviso no site do restaurante pode fazer parte de uma uma jogada de marketing de mau gosto. Além disso, a imprensa alemã discute a veracidade do site e a existência do Flimé. A revista alemã Der Spiegel, garante que falou com um representante do Flimé, e que o mesmo “insistiu de forma não convincente que o projeto não é uma farsa”.

Verdadeiro, ou não, o cardápio do restaurante foi inspirado em uma tradição indígena de uma tribo amazônica chamada Wariaca, tribo amazônica, conhecida por praticar canibalismo no passado. De acordo com o site do estabelecimento, já há um restaurante semelhante Guajará-Mirim (RO) e no cardápio estão pratos como baião de dois e coxinha. O site do restaurante disponibiliza para download um formulário para interessados em doar partes de seu corpo ao restaurante. De acordo com o formulário, o restaurante assumirá apenas os custos hospitalares.

O local do restaurante e o nome dos priprietparios está sendo mantido em segredo, mas circula na internet um vídeo no qual aparece uma entrevista com o suposto proprietário do Flimé, chamado Eduardo Amado

Fonte:
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/1,,EMI167058-17180,00.html

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Brasil está engordando em ritmo acelerado

A população brasileira está ficando mais gorda em velocidade acelerada. Dados da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados hoje indicam que o total de homens acima do peso na população de 20 anos ou mais chegou a 50,1%. Na POF de 2002-2003, essa proporção era de 41,4%.

1/3 das crianças de 5 a 9 anos está acima do peso no Brasil

O aumento de peso pode ser percebido em todas as faixas etárias, independente do sexo, da região ou da faixa de renda. Entre as mulheres, a proporção de pessoas acima do peso aumentou de 40,9% para 48%.

Na prática, quase metade da população está acima do peso.

A pesquisa mostra ainda o avanço da obesidade nas últimas décadas. Desde 1974, o percentual de homens obesos mais do que quadruplicou (passou de 2,8% para 12,4%). No mesmo período, a taxa registrada entre as mulheres dobrou e passou de 8% para 16,9%.

A obesidade está associada ao maior risco de doenças cardíacas, diabetes, hipertensão, entre outras.

Excesso de peso e obesidade estão ligados a um desequilíbrio entre a ingestão e a utilização de calorias. Segundo o IBGE, a explicação para o aumento da frequência dessas condições está relacionado a mudanças nos padrões de alimentação e na prática de atividade física da população.

O parâmetro utilizado para definir se o peso de um adulto é adequado é o IMC (Índice de Massa Corporal). Ele é calculado com a divisão do peso em número de quilos pelo quadrado da altura. Se uma pessoa pesa 60 kg e tem 1,68m ela deve dividir 60kg por 2,8224. Neste exemplo, o índice será de 21,2 kg/metro quadrado.
Pessoas obesas têm IMC igual ou superior a 30 kg/metro quadrado. O excesso de peso ou sobrepeso ocorre quando o IMC fica entre 25 e 30 kg/metro quadrado.

A pesquisa mostrou ainda que o percentual de adultos com deficit de peso recuou para 2,7% da população. Pessoas com deficit de peso têm um IMC inferior a 18,5 kg/metro quadrado.

Segundo o IBGE, uma população passa a ser caracterizada como desnutrida quando 5% de seus integrantes estão abaixo desse índice. No Brasil, alguns recortes da população feminina estão acima desse patamar, como as mulheres na faixa de 20 a 24 anos (8,3% de deficit de peso), as mulheres em domicílios rurais do Nordeste (5,5%) e as de menor faixa de renda (5,7%).

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Medo de intervenção na Amazônia é 'paranoia', dizem americanos


Quando visitou o Brasil em 2003, no início da invasão do Iraque, o advogado americano Mark London ficou chocado com faixas que viu penduradas pela capital do país. O pesquisador estudava a Amazônia brasileira havia décadas, era autor de um livro pioneiro sobre o assunto nos Estados Unidos, e se viu diante de frases que alegavam que, depois do Iraque, o alvo dos americanos seria o Brasil, por conta da floresta e das suas reservas de água, o que achou absurdo.

A experiência dele é comum entre quase todos os estudiosos norte-americanos que se debruçaram sobre a importância da região amazônica para o Brasil para o mundo. O G1 entrevistou mais de dez pesquisadores brasilianistas e de geopolítica que estudam a Amazônia sob a ótica americana e constatou que eles sempre dizem se ver diante do que consideram uma desconfiança excessiva e desnecessária, fruto do que acham ser “paranoia” dos brasileiros.

Na opinião de London, há uma desconexão entre o que os brasileiros acham que é a opinião americana sobre a Amazônia e a realidade dos que os EUA pensam sobre a região. “A paranoia é real. Isso é completamente sem sentido. Não há nenhuma sugestão de que vamos invadir, ocupar, intervir de nenhuma forma. Temos problemas suficientes intervindo em países inimigos, porque criaríamos um problema com nossos amigos? Não há razões para intervir na Amazônia tanto quanto não há de intervir em Paris, na França”, disse London, em entrevista ao G1. Advogado, London é co-autor dos livros “Amazon”, publicado em 1985, e “A última floresta” (Ed. Martins), em que o tema foi atualizado em 2007.

Essa interpretação de que os brasileiros se preocupam demais é compartilhada por pesquisadores mais conservadores, como o diretor do Instituto Stratfor, George Friedman, e por acadêmicos de esquerda, como a professora Barbara Weinstein, da New York University. Segundo os pesquisadores, não existem planos norte-americanos para uma invasão da Amazônia. A ideia de uma intervenção direta no território brasileiro é tratada como irreal até mesmo pelo discurso oficial do governo dos Estados Unidos, ignorada pela grande mídia e vista como impossível, obra de ficção ou até paranoia de pessoas que acreditam em "teorias da conspiração", segundo pesquisadores tanto da região quanto das relações entre os dois países envolvidos na questão.

“Isso é absurdo”, disse, rindo, a professora Weinstein, da NYU. “Eu mesma sou muito crítica em relação aos Estados Unidos, mas acho que essa preocupação não é nada real.” Weinstein é uma das pesquisadoras mais prolíficas da história do Brasil nos Estados Unidos. Ligada desde 2007 à NYU, ela já passou períodos em Yale e Princeton, e escreveu livros que tratam da questão ambiental da Amazônia, da história da exploração de borracha no norte do pais, da formação da classe trabalhadora no Brasil, e atualmente pesquisa as questões de regionalismo, com a predominância de São Paulo sobre o resto do país. Ela é autora, entre outras obras e artigos, de "(Re)formação da Classe Trabalhadora no Brasil, 1920-1964" (Editora Cortez) e "A Borracha na Amazônia: Expansão e Decadência, 1850-1920" (EDUSP).
“Eu mesma sou muito crítica em relação aos Estados Unidos, mas acho que essa preocupação não é nada real"
Barbara Weinstein, historiadora

Segundo ela, a região em que fica a maior floresta tropical do mundo é reconhecida como território brasileiro, e muitas vezes confundida com a totalidade do país, sendo uma das primeiras imagens evocadas ao se pensar na ideia de Brasil. Além disso, é o governo brasileiro que é cobrado pela forma como trata a Amazônia, seja por questões ambientais ou geopolíticas. O discurso mais comum nos Estados Unidos é de admiração pela vastidão da floresta, de mistério envolvendo sua imensidão, mas de distância, não de intervenção.

De acordo com Nikolas Kozloff, autor de um dos estudos mais recentes publicados nos Estados Unidos sobre a Amazônia, a ideia de que pode haver uma intervenção americana na Amazônia brasileira é o tipo de teoria conspiratória em que só brasileiros acreditam. “Falei com muitas pessoas de diferentes vertentes políticas, de direita e esquerda, e jamais ouvi ninguém defender este tipo de coisa, nem falar sobre o assunto”, disse ao G1. Ele pessoalmente está mais ligado à esquerda, e diz que não existe nenhum tipo de ameaça como esta temida pelos brasileiros.

Kozloff publicou em abril seu terceiro livro sobre a América Latina: “No Rain in the Amazon: how south america’s clime change affects the entire planet” (Sem chuva na amazônia: como a mudança climática na América do Sul afeta o planeta inteiro), lançado depois de escrever sobre a trajetória de Hugo Chávez e, em seguida, sobre a “onda rosa” de governos de esquerda na América Latina.
Não há possibilidade de uma intervenção americana no Brasil, mas a America Latina adora a fantasia da ação direta dos Estados Unidos, pois isso sempre serviu para explicar os fracassos do continente. Os Estados Unidos sempre foram os vilões."
George Friedman, especialista em geopolítica

A interpretação de que questões relacionadas à Amazônia e ao ambiente podem motivar conflitos é exagerada segundo o especialista em geopolítica George Friedman, fundador e diretor da Stratfor, empresa privada de inteligência e previsão em geopolítica global e economia. Ele é autor de quatro livros sobre estes temas, e é reconhecido como especialista em segurança nacional norte-americana e inteligência de guerra. Apontado como conservador e mais ligado à direita, Friedman escreveu “Os próximos 100 anos”, livro publicado em 2009 e que se tornou um dos mais vendidos na lista do “New York Times”, em que usa uma análise detalhada da história do mundo para fazer uma previsão do futuro.

“Não há possibilidade de uma intervenção americana no Brasil, mas a America Latina adora a fantasia da ação direta dos Estados Unidos, pois isso sempre serviu para explicar os fracassos do continente. Os Estados Unidos sempre foram os vilões. Em muitos casos, o país nem foi tão influente, mas foi visto desta forma. A ideia de que o governo dos Estados Unidos está pensando em intervir no Brasil é irracional. Os brasileiros pensam nisso, não os americanos”, disse, em entrevista ao G1. A justificativa de Friedman é de que a Amazônia é uma responsabilidade do Brasil e não cabe aos Estados Unidos se envolverem nem mesmo na proteção ambiental da região.

Na mídia
Mesmo com a negativa veemente de pesquisadores em relação ao risco de intervenção internacional no território brasileiro, há outros fatores que geram preocupação no Brasil e que criam nos Estados Unidos uma impressão de que os brasileiros são paranóicos com a Amazônia. Para muitos americanos, além de não darem conta totalmente de controlar a região, querem evitar de qualquer forma que esta seja a impressão americana.
De quem é esta floresta tropical, afinal?"
'The New York Times'

Um exemplo disso foi um texto de 2008 no “New York Times”, o jornal mais relevante dos Estados Unidos, que usava como gancho a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, uma semana antes, para discutir a preocupação brasileira com a posse da Amazônia. O título da reportagem, “Whose Rain Forest is this, Anyway?”, algo que pode ser traduzido livremente para “De quem é esta floresta tropical, afinal?” tem uma carga de “ameaça” muito mais forte de que o resto do texto. Por mais que tenha alguns juízos de valor e algumas informações vagas, a reportagem aparenta ser respeitosa e correta. O G1 entrou em contato com o correspondente, mas ele respondeu que não poderia dar a opinião dele por não ter autorização do “Times” para dar entrevistas a respeito da visão editorial que tem do Brasil.


O início da reportagem alega que o Brasil passou sua história “olhando nervosamente” para os mapas do território pouco habitado da Amazônia, e que por isso a colonização desse espaço foi uma prioridade dos anos 1960 e 70, como questão de segurança nacional. O texto passa então a comentar casos em que a propriedade da Amazônia supostamente haviam sido questionados publicamente, que “reacendem velhas atitudes de protecionismo territorial e vigilância contra invasores externos”, diz. Segundo ele, “muitos” tratam as estratégias do governo para a região como “paranoica”.

O governo brasileiro divulgou uma resposta oficial ao artigo do “New York Times” uma semana depois da sua publicação, e em discurso oficial do presidente Lula. "O mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono, e o dono é o povo brasileiro. São seringueiros, pescadores e nós que somos brasileiros", disse Lula na abertura do 20º Fórum Nacional, na sede do BNDES, no Rio de Janeiro .

Preocupação saudável
Por mais que haja a visão norte-americana de que os brasileiros são paranoicos, nem todos os pesquisadores acham exagerada a preocupação do país com a proteção do seu território na Amazônia. Colin MacLachlan, especialista no Brasil formado na Universidade da Califórnia em Los Angeles, faz referência ao assunto. MacLachlan alega que a preocupação brasileira em ter respeito internacional não é exagerada por conta da gigantesca proporção do território e do enorme trabalho para garantir a soberania sobre ele. A afirmação faz parte do livro "A History of Modern Brazil: The Past Against the Future" (Uma história do Brasil moderno: O passado contra o futuro), lançado em 2003. O combate ao tráfico de drogas na Colômbia, diz o livro, com ajuda norte-americana, coloca em risco o território brasileiro, para onde poderiam fugir os produtores que ficam na fronteira norte do país. Isso levaria a guerrilha para o território brasileiro e deixaria ainda mais clara a noção de fraqueza no controle da região.

"A fronteira por terra do Brasil tem 16.503 km e passa por todos os países sul-americanos exceto Chile e Equador. A fronteira amazônica (11 mil km) parece a mais vulnerável. Pouco populosa e fracamente ligada ao sul, a região historicamente se definiu de forma diferente do resto do Brasil pela comunidade internacional. Seu impacto exótico nos primeiros exploradores europeus nunca desapareceu”, diz. Segundo ele, mudanças nas definições do que constitui motivo para guerra ou intervenção na era pós Guerra Fria tornou difícil medir a reação internacional. Ações e situação que anteriormente poderiam ser consideradas questões internas agora têm potencial de se transformar em problemas transnacionais.
Nas circunstâncias atuais, concordo que é impossível uma intervenção na Amazônia. Mas não podemos prever o futuro e não sabemos como o mundo vai reagir em caso de um problema mais serio na região no futuro."
Daniel Zirker, cientista político

Um pesquisador americano que defende o direito brasileiro de se preparar para evitar qualquer tipo de problema em relação à soberania da Amazônia é Daniel Zirker, diretor da faculdade de Artes e Ciências Sociais e professor de Ciência Política da Universidade de Waikato, na Nova Zelândia, Daniel Zirker serviu no Corpo de Paz dos Estados Unidos no Nordeste do Brasil no início dos anos 1970. Ele concedeu entrevista por telefone, desde a Nova Zelândia. Segundo ele, não é possível prever uma ação dos EUA no Brasil, não há motivos para isso, mas os brasileiros, especialmente entre os militares, têm razões para se sentirem ameaçados.

Após atuar como diretor de estudos ambientais da universidade Estadual de Montana, entre 2002 e 2003, e como presidente do comitê de pesquisas sobre as forças armadas da Associação de Ciência Política Internacional, Zirker se consolidou como um dos mais importantes pesquisadores das relações político militares entre Brasil e Estados Unidos, levando em consideração especialmente a questão da soberania brasileira da Amazônia e os riscos de uma intervenção internacional na floresta. "Nas circunstâncias atuais, concordo que é impossível uma intervenção na Amazônia. Mas não podemos prever o futuro e não sabemos como o mundo vai reagir em caso de um problema mais serio na região no futuro. Hoje não vejo nenhuma razão para os EUA invadirem uma área da Amazônia. Ao mesmo tempo, muitos europeus e americanos declararam sua preocupação que a Amazônia seja cuidada”.

terça-feira, 24 de agosto de 2010



O Bowser morreu há 3.000 anos
por Gradash, fonte Gizmodo, data 23 Ago 16:46 (20 horas atrás) editar remover





Esta espécie extinta de tartaruga pesava meia tonelada, media um metro e meio de largura e lembrava bastante um certo vilão da Nintendo.

O nariz parecido com um focinho de cachorro, os chifres, a boca que parecia um bico, o tamanho relativamente enorme… O seu nome oficial é Meiolania platyceps, mas poderia até ser Meiolania Bowserus, tamanha a sua semelhança com o antagonista principal do Mario.

Eu sei, eu sei: Bowser e os seus Koopas foram mesmo desenhados para se parecerem com tartarugas. Mas a semelhança com esta aqui vai além. Acho que são os chifres. E especialmente os olhos. Esses olhos angulares do mal.

A Meiolania platyceps foi notícia semana passada graças a uma descoberta de um grupo de paleontólogos australianos. Segundo eles, a tartaruga fazia parte de uma espécie que se extinguiu há apenas 3.000 anos, ao contrário dos 50.000 anos que antes se acreditava.



Como é frequentemente o caso em relação aos animais que entraram em extinção no período que se estende desde os primeiros humanos que aprenderam a caminhar só com as pernas até hoje, acredita-se que a causa mais provável do seu desaparecimento da face da Terra tenha sido a caça.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

os novos candidatos nessa eleicao

vote no tiririca abestado...porque pior nao fica!!

http://www.youtube.com/watch?v=HK4p35wYgXI&feature=player_embedded


mulher melao!!!p votar tem q acreditar

http://www.youtube.com/watch?v=dHWpd1E8NtU

candidatos engracados e irreverentes!!

http://www.youtube.com/watch?v=hg3bGetZjg0

Lua está encolhendo como uma maçã velha, diz estudo da Nasa


A imagem obtida pela sonda da Nasa mostra modificações na superfície da Lua. No vale Taurus-Littrow, a seta identifica o local do pouso da Apollo 17

Lua está encolhendo como uma maçã velha, diz estudo da Nasa
19 de agosto de 2010 • 14h41 • atualizado às 15h53



Esta imagem obtida pela sonda da Nasa mostra o vale Taurus-Littrow. A seta mostra o local do pouso da Apollo 17 Foto: AFP

A Lua encolheu como uma maçã velha, revelam imagens da Nasa, que explica esta contração pelo resfriamento interno do único satélite natural da Terra. Essas imagens, publicadas nesta quinta-feira na revista americana Science, mostram modificações na superfície da Lua não detectadas anteriormente, indicando que sua circunferência "retraiu cerca de 100 metros em um curto período de tempo", explicou Thomas Watters, do Museu Nacional do Ar e do Espaço e principal autor desse trabalho.

As conclusões foram tiradas graças às fotografias registradas pelas poderosas objetivas posicionadas a bordo da Sonda de Reconhecimento Lunar (LRO), um instrumento espacial que a Nasa colocou na órbita da Lua em junho de 2009. As fotografias revelam a existência de "escarpas lobuladas" (ondulações) no solo da Lua. Estas formações se situam principalmente nas regiões lunares de média altitude, em volta de todo o satélite. A contração e o "enrugamento" da superfície lunar seriam, assim, consequências do resfriamento do interior da Lua.

Esses traços geológicos já haviam sido fotografados próximos ao equador da Lua por câmeras panorâmicas durante as missões Apollo 15, 16 e 17, no início dos anos 70. Mas 14 novas escarpas lobuladas desconhecidas apareceram nas imagens de alta definição do LRO. "Um dos aspectos mais impressionantes dessas ondulações lunares, é o fato de que elas parecem relativamente recentes", observou Thomas Watters.

"Eles surgiram na superfície lunar provavelmente por causa do resfriamento interno da lua", explicou. "As imagens de ultra-alta definição fornecidas pelas câmeras de ângulo estreito a bordo do LRO vão revolucionar nossa percepção sobre a lua", declarou Mark Robinson, do Instituto da Terra e da Exploração Espacial da Universidade Estadual do Arizona (sudoeste), co-autor desta pesquisa e principal cientista responsável pelas

quinta-feira, 15 de julho de 2010

50 coisas q vc aprende vendo chaves

1. Seria muito melhor ter ido assistir o filme do Pelé.

2. As crianças mexicanas tem rugas.

3. JAMAIS enconstar em alguém que esteja tomando um choque.

4. Seu Madruga paga o aluguel todos os meses. Por isso sempre deve 14 meses, não 15, 16, 17…

5. Brasilia já foi carrão.

6. Não basta ser o maior professor do mundo. Tem que ter um pouco de pepsicologia.

7. Pessoas bebem leite de burra.

8. Existe uma fruta chamada tamarindo.

9. O Kiko é emo.

10. Devemos deixar os outros fazerem nosso trabalho para evitarmos a fadiga.

11. A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena.

12. As tintas verde-limão são as mais baratas no México.

13. Trabalho não é a pior coisa do mundo. Pior é ter que trabalhar.

14. Uma epístola é uma carabina, só que menor.

15. Azul marinho em inglês é blue marinho.

16. Equilibrar cabo de vassoura com o pé é maneiro.

17. Deixar uma casca e banana no chão pode causar um grande acidente.

18. O segundo episodio do Guilherme Tell é o mais caro do mundo. Por isso o Silvio Santos não comprou.

19. Alguns móveis são feitos de isopor.

20. Portas também.

21. Se me acordarem às 11h, tragam o café na cama.

22. Socos têm barulhos de sinos.

23. Sempre tem um filho da puta que rouba as moedas nas fontes dos desejos.

24. Leite é muito parecido com cimento.

25. “Quero ver outra vez seus olhos olhinhos em noite serena” é a talvez a única música mexicana que metade da população brasileira conheça.

26. Um cabo de vassoura com um lençol amarrado na ponta equivale a uma mala.

27. O pai do Quico na verdade está vivo, ele simplesmente fugiu de casa.

28. Alguns alunos são tão tímidos que nem os professores percebem sua presença em sala de aula.

29. Uma caveira significa prerigo. PRE-RI-GO.

30. Ninguém tranca as portas nas vilas mexicanas.

31. As marcas de catapora feitas com caneta hidrocor ficariam muito estranhas na TV Digital.

32. Qualquer Mcdonalds da América do Sul lucraria caso vende-se o Mc Sanduíche de Presunto.

33. Hector Bonilha é o Antonio Fagundes acima da linha do Equador.

34. As pessoas boas devem amar seus inimigos.

35. Deus é um cara legal por não deixar as vacas voarem.

36. Os carrinhos feitos com caixas de sapatos são os mais maneiros.

37. Não é indicado deixar uma máquina de lavar no meio da sala.

38. Nunca acredite em boatos de que seus ídolos morreram num acidente de avião.

39. Bolinhas de tênis de mesa são parecidíssimas com ovos.

40. Pirulitos podem ter o tamanho de raquetes de tênis.

41. O trabalho infantil é legalizado no México.

42. Os roteiristas da série não sabiam o que era a aritmética.

43. O estilingue pode ser uma arma mortal.

44. Tem vez que Acapulco é no Guarujá.

45. Se você é jovem ainda um dia velho será.

46. Pouco me importa se você quer. Compre.

47. Algumas pessoas são idiotas a nível executivo.

48. As dívidas são sagradas.

49. Se você quiser vir a ser alguma coisa, que devore os livros.

50. Se capivaras tivessem trombas seriam trapezistas em um circo tchecoslovaco.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Os cinco desafios para a Copa de 2014 no Brasil

1 . NÃO DEIXAR OS CUSTOS ESTOURAREM

Chances: mínimas

Um dos lugares-comuns mais repetidos quando se trata de avaliar os efeitos benéficos de uma Copa do Mundo ao país que a sedia é dar como certo o crescimento econômico – as estimativas vão de uma expansão do PIB de 1% a 3% no ano imediatamente posterior ao torneio. Os ingleses Simon Kuper e Stefan Szymanski, autores do livro Soccernomics – o Freakonomics do futebol – enterram essa tese. “Na verdade, sediar torneios esportivos de modo algum deixa um país rico. O motivo pelo qual os países são tão ansiosos para sediar é completamente diferente: sediar deixa sua população feliz”, escreve a dupla. “Mas, estranhamente, os candidatos a anfitriões não parecem compreender seus próprios motivos”.

Mas compreendem, com facilidade assustadora, que o nome do jogo é dinheiro – dinheiro e tudo quanto é exagero (e malversação, muitas vezes) atrelado a ele. Sabe-se, desde já, que o Mundial brasileiro custará pelo menos o dobro do realizado na África do Sul. O custo total estimado é de 17,52 bilhões de reais, destinado a 59 obras, sendo 12 delas em estádios. Apenas com os trabalhos de construção ou reforma das arenas serão gastos 5,4 bilhões de reais. Na África do Sul, dados recentemente divulgados apresentaram um total de 7,9 bilhões de reais com infraestrutura geral – e 3,4 bilhões em estádios. Nenhum dos dois países pôs nessa conta as transformações necessárias nos aeroportos. As autoridades brasileiras atribuem despesas maiores que as sul-africanas em decorrência do número maior de sedes – 12 – ante 9 da Copa de 2010.

Mas não resta dúvida: tão ou mais certo que a realização da Copa no Brasil em 2014 é o estouro orçamentário com dinheiro privado e público.



2. PÔR SÃO PAULO NO MAPA

Chances: boas

O presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa de 2014, Ricardo Teixeira, foi direto ao ponto na semana passada, ao apresentar o logotipo do torneio brasileiro em Johannesburgo: “São Paulo não tem estádio”. A frase apenas ecoava o veto da FIFA ao Morumbi. “Temos que ver qual a participação São Paulo quer ter na Copa. Se quer ter a abertura ou outra participação. O estádio da Cidade do Cabo foi construído em dois anos e meio. O prazo está acabando e São Paulo precisa definir rápido”. É inconcebível não ter a cidade mais rica do Brasil, motor da economia, com jogos fundamentais. Seria como ter Milão fora da Copa de 1990, na Itália, ou Barcelona afastada do Mundial de 1982, na Espanha.

Nos bastidores há imensa preocupação da FIFA e das autoridades brasileiras – embora já se aceite a realização do jogo de abertura, assim como o de encerramento, no mítico Maracanã, vitrine obrigatória para o resto do mundo. Descartado o paulistano Morumbi, trabalha-se com três alternativas: a construção de uma nova arena no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo; e as reformas do Parque Antártica (do Palmeiras) e Pacaembu (de propriedade do município). Há boas chances de uma solução porque a ausência de São Paulo em 2014, para muito além da evidente incompetência dos organizadores, representaria um baque econômico.



3. EVITAR O CAOS NOS TRANSPORTES

Chances: razoáveis

A mais recente Copa do Mundo realizada em um país de dimensões e distâncias semelhantes às do Brasil foi a dos Estados Unidos, em 1994. Deu certo porque o deslocamento de torcedores (além de jornalistas e das próprias seleções) foi facilitado pela rica rede de transporte aéreo. Teme-se muita confusão na Copa de 2014, na ausência de garantias privada e do governo. A solução para evitar o estrago definitivo veio da própria FIFA: o Brasil será dividido em quatro regiões, de maneira a evitar grandes deslocamentos. A saber:

Área 1: Curitiba (Arena da Baixada), Porto Alegre (Beira Rio), São Paulo (sem estádio definido)

Área 2: Rio (Maracanã), Belo Horizonte (Mineirão), Salvador (Fonte Nova)

Área 3: Recife (Arena Capibaribe), Fortaleza (Castelão), Natal (Arena das Dunas)

Área 4: Cuiabá (Verdão), Manaus (Arena Amazônia), Brasília (Estádio Nacional)

A divisão preocupa o ministério de turismo, já que impedirá maior movimentação entre as regiões do país. Mas é, sem dúvida, o melhor caminho para evitar caos aéreo semelhante ao que atingiu a África do Sul nos últimos dias, quando centenas de torcedores perderam a partida semifinal entre Alemanha e Espanha, em Durban, em decorrência de atrasos e cancelamentos de voos que partiam de Johannesburgo. A FIFA estuda algum tipo de compensação.



4. ENTUSIASMAR O POVO COM A SELEÇÃO

Chances: muito boas

O modelo mais adequado é o da Alemanha, sede da Copa do Mundo de 2006. A federação local incentivou o treinador Klinsmann a chamar jogadores que atuavam no país, preferencialmente muito jovens. Houve fascinante entusiasmo no país, algo que não se via ali desde o fim da Segunda Guerra. Nem mesmo a queda do Muro de Berlim produzira tanta alegria. Deu-se o casamento da felicidade em abrigar uma Copa do Mundo com a descontração de uma equipe rápida, com fome de gols. A Alemanha ficou apenas com o terceiro lugar ( foi derrotada na semifinal pela Itália) mas nem mesmo o decepcionante resultado final para quem sonhava com o título apagou a genuína celebração.

A CBF ainda não escolheu o novo treinador, mas já informou que a primeira convocação depois da Copa de 2010 – no início de agosto – terá apenas nomes de “brasileiros”. Será difícil manter essa mesma postura até 2014, mesmo porque é inegável o fortalecimento profissional de jogadores que atuam na Europa. Mas como não há outra saída (vencer, e vencer com sorriso e futebol bonito), o atalho para atrair os torcedores é oferecer a eles jogadores de seus clubes de predileção. A mais recente vitória da seleção com 100% de jogadores atrelados a equipes brasileiras foi o tri de 1970. De lá para cá, a economia globalizada engoliu também o futebol, num movimento natural e necessário. Mas talvez seja a hora de um pequeno passo atrás.



5. TORNAR O LOGOTIPO OFICIAL BONITO

Chances: mínimas

Diz o batido chavão que gosto não se discute, mas nem sempre é assim. Foi quase unânime a impressão de mau gosto com o logotipo da Copa de 2014 divulgado na semana passada. Comparado a outros símbolos recentes – como as marcas da África do Sul, agora em 2010, e a da Alemanha, em 2006 – é triste, fechada, sem vida. Comparada a clássicos como o logo de 1974, é simplesmente brega. Nem é preciso listar as piadas que já cercam o desenho (uma delas diz que se parece com o médium Chico Xavier em momento de contrição) para entender que houve uma má escolha, apressada.

Soa complicado transformar o feio em bonito, mesmo com quatro anos pela frente – mas é inquestionável que, por força de contratos de marketing, a marca se espalhará com muita velocidade. Com o tempo, e como tudo na vida acaba se resolvendo, é certo que nos habituaremos com a figura simplória.

É fundamental, contudo, que a FIFA e o Comitê Organizador Local (leia-se CBF) esclareçam como foi feita a escolha, algo que ainda anda encoberto, nas sombras. Sabe-se apenas que a marca foi elaborada pela agência África e selecionada há um mês pelo escritor Paulo Coelho, a modelo Gisele Bündchen, o designer Hans Donner, o arquiteto Oscar Niemeyer, a cantora Ivete Sangalo e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Do ramo mesmo, só Donner e Niemeyer. Para o arquiteto de Brasília, a imagem é “bonita o suficiente”. Esperava-se mais.

Quase sempre, os logotipos são criticados – o de 2006 recebeu saraivada de tiros de tudo quanto é lado, disseram que “nada tinha a ver com o espírito da Alemanha, era pueril”. Mas perto do escolhido para o Brasil 2014 é uma obra-prima de bom senso e riqueza estética.

domingo, 11 de julho de 2010

O Enigmatico Viajante do Tempo!!

Investigadores federais prenderam um enigmático aplicador de Wall Street acusado de ter acesso a informações internas e privilegiadas. E, incrivelmente, ele alega ser um viajante do tempo do ano 2256!

Fontes da Comissão de Segurança confirmam que Andrew Carlssin, de 44 anos, ofereceu esta bizarra explicação para seu incrível sucesso no mercado de ações, após ser levado algemado em 28 de janeiro.

"Não acreditamos na história desse cara - ou ele é um lunático ou um mentiroso patológico", disse um membro da Comissão. "Mas o fato é que, com um investimento inicial de apenas 800 dólares, em duas semanas ele tinha um portfólio avaliado em 350 milhões de dólares. Toda transação que ele fez deu lucros, em áreas inesperadas dos negócios, o que não pode ser simplesmente sorte.

Ele só pode ter conseguido através de informações internas ilegais. Ele vai ficar sentado em uma cela na Ilha Riker até concordar em divulgar suas fontes".

Quando investigadores pressionaram Carlssin durante o interrogatório, foram surpreendidos por uma confissão que durou quatro horas. Carlssin declarou que viajou de volta no tempo a partir de 200 anos no futuro e que seu conhecimeto dessa era lhe permitiu acumular a fortuna que obteve. "Era tentador demais para resistir", teria dito Carlssin durante a confissão, que foi gravada em videotape.

Para provar que estava falando a verdade, Carlssin se ofereceu para falar sobre "fatos históricos" como a cura da AIDS e o real esconderijo de Osama Bin Laden. Tudo o que ele quer é que permitam que volte ao futuro em sua "nave temporal". Mas ele se recusa a revelar a localização da máquina ou falar como ela funciona, supostamente com medo de que a tecnologia "caia em mãos erradas".

O mais intrigante é que os agentes ainda não encontraram nenhum registro existente sobre qualquer Andrew Carlssin antes de dezembro de 2002.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mundo não acaba em 2012

Textos maias não mencionam apocalipse daqui a dois anos, diz cientista

O mundo deverá passar ileso pelo ano de 2012, a julgar pelas declarações de Carlos Pallán, diretor do Acervo Hieróglifo e Iconográfico Maya do Instituto Nacional de Antropologia e História do México. Há alguns anos lendas dão conta de que os povos maias teriam deixado provas de que a vida no planeta se findaria em 2012 - a história deu à luz até um nome, de título homônimo.

Para Pallán, Em nenhum dos 15 mil textos existentes dos antigos maias está escrito que em 2012 haverá grandes cataclismos. O cientista disse que estas versões apocalípticas foram geradas em publicações esotéricas nos anos 1970, que assinalavam o fim da civilização humana para 2012, data que coincide com o décimo terceiro ciclo no calendário maia, no dia 21 de dezembro.

“Os maias jamais mencionam que o mundo vai acabar, jamais pensaram que o tempo terminaria em nossa época, o que nos reflete à consciência que alcançaram sobre o tempo, a partir do desenvolvimento matemático e da escritura”, destacou.
Pallán ainda explica que a data correta para o final do ciclo é 23 de dezembro de 2012 - e não 21, como vem sendo veiculado.

Na pior das hipóteses, caso as observações do cientista estejam erradas, teremos dois dias a mais de vida no planeta.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Deputado propõe lei para proteger os heterossexuais

Projeto prevê pena de até três anos de prisão para quem discriminar os heteros
Mariana Londres, do R7, em Brasília

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) apresentou há cerca de um mês um projeto de lei que prevê pena de até três anos de prisão para quem discriminar os heterossexuais.

De acordo com o deputado, o projeto 7382/2010 foi criado para servir de contraponto à chamada Lei da Homofobia (projeto de lei complementar 122/2006, que torna crime a discriminação) na pauta do Congresso.

Nas palavras de Cunha, o objetivo da proposta da heterofobia é “restabelecer o direito das pessoas de serem normais”. E manda prender quem impedir ou proibir a entrada ou a permanência de heterossexuais em qualquer ambiente, público ou privado, e quem preterir, sobretaxar ou impedir a hospedagem dos heterossexuais em hotéis, motéis ou pensões.

Também serão punidos aqueles que impedirem ou restringirem a expressão da afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público. O R7 conversou com o deputado sobre o projeto.

R7- Como justifica o projeto que pune a heterofobia?

Eduardo Cunha - A ideia desse projeto é que a gente possa debater uma coisa que está latente na sociedade. Que os normais possam ser respeitados. Mas isso não significa que eu tenha alguma coisa contra a opção sexual (sic), qualquer que seja.

R7- Mas não acha que os homossexuais podem não gostar quando o senhor fala em “direito de ser normal”?

Cunha - Quando falo normal não quero dizer que eles sejam anormais. Na natureza existe o homem e a mulher, mas não acho que eles sejam anormais. Mas eles representam uma minoria.

R7 - Há expectativa de aprovação deste projeto?

Cunha - Não tenho essa expectativa. O objetivo principal é debater num primeiro momento. E o Congresso demora anos para aprovar um projeto. O próprio projeto da homofobia já vem de muitos anos, então não acredito em aprovação rápida. O importante é a discussão.

R7- Esse projeto se contrapõe ao da homofobia?

Cunha - Sim. Essa foi a ideia. Até porque discordo de pontos do projeto da homofobia. Pelo projeto, um pastor que se recusar a fazer uma união homossexual, por exemplo, pode ser punido. Há também a proibição à literatura então daqui a pouco terão que proibir a Bíblia que tem menções claras contra o homossexualismo.

R7- O projeto prevê pena para quem discriminar os heterossexuais. Já foi discriminado por ser heterossexual ou conhece pessoas que tenham sido?

Cunha - Há um constrangimento. Em lugares para homossexuais onde aparece um heterossexual ele é discriminado. Não tem jeito. Mas eu não vivi nada disso.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Dicas de segurança de um ladrão

Esses são os principais trechos de uma entrevista feita pela polícia técnica do Instituto de Criminalística Afrânio Peixoto - ICAP com um ladrão de carros. No final da entrevista ele faz um 'comercialzinho' para as Seguradoras.

PERÍODO PREFERIDO
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com as coisas'.

TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, alugava um carro para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.

DESMANCHE
'Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por encomenda. Já entrei em Concessionária, de terno, para ver o endereço e para onde iria o carro, ficava de campana e roubava.
Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.

BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos movimentadas' .

DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para lá. No Paraguai, o máximo que acontece é gente que entrega a uma pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos. O mais comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte dos carros é cortada por ferros velhos. Aqui no Rio são todos na Dutra. Mas hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe na seguradora'.

ENCOMENDAS
'Eu tinha encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me complico. É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.

TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no tráfico de drogas ou em quadrilhas que, por algum motivo, foram para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado. O mercado está concorrido'.

CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na hora'.

CONSELHOS
Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro visível. Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali. Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais'.

PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior. Se Você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4.000,00 ou R$ 1.000,00. Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a Recuperadora. O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos 10%, que a Seguradora paga'

JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.

PROFISSIONAIS
'No Rio só existem uns dez profissionais no furto. São pessoas comuns, que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por dia'.

DOM
'O furto é cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho dom'.

DESAFIO
' Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia) e, se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer é ter Seguro'.

AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.


Então daí mais algumas dicas de segurança que devem se incorporadas no dia-a-dia:

- Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote sempre o telefone comercial.


- Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de ginastica, etc. Um extorsionário deduz desses sinais a vida de pessoa e os usa para fazer ameaças.


- Evitar compras por telefone ou Internet fornecendo o número do cartão de crédito, peça boleto bancário.


- O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-se do elemento surpresa.


- O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas pelo fator comportamental.


- Jamais reagir. Reação só dá certo em filmes.


- O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não tem nada a perder.


- Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do pneu do carro da frente.


- O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:
- Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?
- Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás ou dentro da bolsa, posso pegar?
- À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol vermelho. Não há registro de assalto com carro em movimento...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Dicas para mijar durante o “Tesão de urina”








Todo homem sabe que ir ao banheiro depois que acorda requer um certo sacrifício, pois com o pau duro em sua extrema ereção por causa do “tesão de urina” é realmente complicado apontá-lo para o alvo. Se você não fizer isso corre sérios riscos de mijar na sua própria testa, então siga algumas dicas.

sábado, 29 de maio de 2010

Homem que esfaqueou três em mercado de SP foi contido meia hora após ataque

Quem quer morrer?", dizia o auxiliar de pedreiro que matou uma pessoa e feriu duas com uma faca de churrasco anteontem à noite num hipermercado de Guarulhos, na Grande São Paulo.

José Marcelo de Araújo, 27, percorreu quase todas as seções do Extra, no centro, ameaçando as pessoas. Empunhava uma faca de churrasco, que furtou no próprio local (Tramontina, modelo Ultracorte, pacote com quatro tamanhos: R$ 53,90).

Era dia de promoção --a Quarta Extra (até 30% de desconto em frutas e legumes). A loja estava cheia.

A primeira vítima foi o comerciante chinês Ding Yu Chi, 60, esfaqueado próximo à banca de tomates, ao lado da mulher. Sem motivo aparente, Araújo deu-lhe duas facadas na barriga. Afastou-se e voltou a esfaqueá-lo. Ao todo, desferiu oito golpes.

Ding andou por 30 metros e pediu ajuda. Seguranças disseram para ele se deitar no chão e esperar o socorro. Gemendo, no colo da mulher, dizia: "Não aguento mais".

Uma poça de sangue se formou debaixo de seu corpo. Clientes começaram a gritar que um "maluco" tinha esfaqueado um homem. Seis mulheres desmaiaram.

A segunda vítima foi outro comerciante. Ele se deparou com Araújo, tentou fugir, mas foi ferido nas costas. Antes de fazer a terceira vítima (um fiscal do Extra atingido no abdômen), Araújo tentou esfaquear outro cliente, que jogou um carrinho de compras contra ele.

Pânico e correria duraram quase meia hora. "Quando começou a confusão, eu tinha acabado de passar minha primeira compra no caixa, às 20h41. Quando acabou, eu terminei. Eram 21h13", disse a dona de casa Karina Marques, 31, exibindo o cupom fiscal com horários.

Um policial disparou dois tiros no meio da loja --mais gritos, mais pânico. Não o atingiram o agressor, que acabou detido pela PM.

A família de Ding estuda processar o Extra por omissão de socorro. Testemunhas dizem que ele sangrou sem parar na loja e só foi removido ao fim da confusão. Morreu ao entrar no hospital.

O Extra não divulgou cenas de câmeras internas. Em nota, informou ter "tomado todas as medidas cabíveis". Também disse que acionou a PM, "lamenta profundamente o ocorrido" e se mantém "à disposição das autoridades".

Preso, Araújo afirmou que era perseguido desde sua casa, em Guararema, a 40 km de Guarulhos, mas não disse quem o seguia. Segundo a polícia, ele não conhecia as vítimas. Na delegacia, disse não se lembrar de nada. Não parecia estar sob efeito de drogas nem alcoolizado.

A polícia ainda tem poucos dados dele. Só sabe que nasceu em São Bento do Una (PE) e nunca foi condenado. As outras duas vítimas passaram por cirurgias e não correm risco de morte.

terça-feira, 25 de maio de 2010

O dia dos Nerds

Divulgação
Internautas comemoram o Dia do Orgulho Nerd
Seriado The Big Bang Theory é recheado de referências ao universo dos nerds



sexta-feira, 21 de maio de 2010

Animal estranho causa medo e curiosidade em indígenas

Canadá:

Indígenas dizem que criatura pode ser sinal de que algo ruim está  para acontecer Foto: EFE

A descoberta do corpo de uma criatura estranha em uma reserva indígena canadense remota deu início a uma intensa discussão sobre a identidade do mamífero, considerado "um mau augúrio" pelos indígenas. Os habitantes da reserva Big Trout Lake, no norte da província de Ontário, em um local que só é possível chegar de avião, descobriram o corpo de uma estranha criatura no começo do mês.

No site da comunidade, que pertence à etnia indígena oji-cree, o animal é descrito como uma criatura de uns 30 cm de comprimento e com "uma cara quase humana", o que provocou uma intensa discussão sobre se é um animal nunca visto antes ou apenas uma espécie deformada após ficar submersa.

No entanto, alguns moradores de Big Trout Lake acham que o "monstro" é uma estranha criatura quase mítica chamada de "omajinaakoos" ("o feio") na língua local que não é visto há quase meio século. As fotos colocadas na página de internet da comunidade mostram um corpo alongado, com pelo marrom e uma cara pálida ao que somam-se presas curvadas e longas. A falta de coloração dos olhos acrescenta uma dimensão perturbadora à imagem.

Segundo os meios de comunicação locais, alguns dos indígenas mais velhos pensam que o animal é um mensageiro de más notícias. "Ninguém sabe o que é, mas nossos antepassados o chamavam "o feio". Ele quase nunca é visto, mas quando aparece é um mau augúrio. Algo mau vai acontecer segundo nossos antepassados", diz a página da comunidade

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O FALASTRAO DE HAVANA

Depois de decretar o regime da fome e do medo na
ilha, Fidel Castro, o jovem ditador comunista de Cuba, brinca
de roleta russa com a segurança do mundo
De convidado dos Estados Unidos a inimigo de Washington: Fidel Castro em sua aventura revolucionária


Onde vai parar a temerária aventura de Fidel Castro Ruz, o comandante dos barbudos da revolução cubana, em seu embuste como chefe de estado autêntico e honrado? Com a crise dos mísseis, seus vizinhos mais próximos testemunharam a prova definitiva dos severos riscos a que estão submetidos em função da presença de Castro no poder. O jovem ditador da ilha caribenha foi salvo por um fio no acordo enredado entre John Kennedy e Nikita Kruschev. Mas quem é capaz de garantir que o primeiro-ministro não colocará tudo a perder na próxima oportunidade de fingir-se de líder mundial? Que Fidel Castro gosta de extrapolar os limites, todo mundo já sabe. A grande dúvida agora é adivinhar até que ponto o falastrão cubano chegará na condução de seus dois mais imprudentes empreendimentos – o desafio cada vez mais agressivo à superpotência capitalista e a sociedade explosiva com a superpotência comunista (encarregada, a partir de agora, de assegurar a sobrevivência dos barbudos). Mais do que nunca, graças a Castro, a Guerra Fria torna-se um confronto ideológico verdadeiramente global, em que os gigantes do Ocidente e do Oriente, não mais saciados com o domínio regional, levam a batalha para além de suas esferas de influência. O mais espantoso é que, há apenas três anos e meio, o pivô dessa transformação era acolhido como herói em solo americano, onde repetia sem parar: "Sou contra todos os tipos de ditadores. Sou contra o comunismo".

Abraço caloroso no urso russo: o primeiro encontro entre Fidel e Kruschev

Naquela visita, ocorrida em abril de 1959 – apenas quatro meses depois do triunfo dos revolucionários de Sierra Maestra –, Fidel Castro era tratado como o rebelde populista e meio pândego que havia libertado Cuba da tirania de Fulgêncio Batista. O ditador canalha deposto pelos guerrilheiros fez da corrupção e da expansão da miséria suas grandes marcas. Ao fugir da ilha, não tinha mais o apoio dos americanos. Já diante de Fidel, a reação de Washington era de perplexidade. A improvável vitória de suas tropas, que dois anos antes se resumiam a um bando de esfarrapados marchando pelas montanhas cubanas, não era esperada. Com a deposição de Batista, os americanos também não contavam com a ascensão do comandante militar à chefia do governo. Quando desembarcou em Washington, a maior preocupação do governo era impedir que Castro fosse assassinado por algum simpatizante do antigo ditador. Mas era difícil segurar o cubano: para desespero dos agentes do Serviço Secreto, o visitante se esbaldava entre apertos de mão, abraços e elogios de seus fãs americanos. Depois de muita adulação nas recepções públicas e palestras, Fidel Castro passou sua última noite nos EUA no campus da Universidade Harvard, nos arredores de Boston, a convite do reitor McGeorge Bundy – ironicamente, hoje assessor de confiança de Kennedy. Num animado jantar, o cubano confidenciou ao anfitrião que fora rejeitado por Harvard vinte anos antes. Horas depois, ao apresentar Fidel aos 8.700 estudantes e professores reunidos para ouvir seu discurso, o reitor afirmou que a universidade tinha errado ao barrar sua inscrição. Ofereceu, então, uma matrícula ao palestrante.

Trio de ferro: Fidel, Raúl e Che Guevara

Paquera, namoro e noivado - Sabe-se agora que, naquela mesma semana, o irmão mais novo de Fidel, Raúl Castro, também participante da revolução, já ensaiava uma parceria futura com Moscou. As circunstâncias da aproximação ainda são cercadas de mistério, mas é seguro dizer que Raúl e o argentino Ernesto "Che" Guevara eram os responsáveis pela ideologia comunista na cúpula do movimento revolucionário cubano. A dupla entrou várias vezes em conflito com Fidel por causa da paquera com os soviéticos. O primeiro-ministro também desautorizou Raúl e Che publicamente em temas como a declaração pública da natureza comunista do novo regime (uma bandeira do irmão caçula) e da formação de uma milícia para defender o poder recém-conquistado na ilha (projeto mais sonhado pelo argentino). Desesperados com a vacilação de Fidel, ambos ameaçaram abrir dissidências ou simplesmente fazer as malas e partir. Perturbado com as promessas de oposição de seus dois mais próximos aliados, Castro sentia-se preso entre a dependência que tinha deles e o desejo inabalável de manter o poder em Cuba. Mas Fidel não era marxista, e sim o primeiro fidelista da história. Ele acredita ser a personificação da nação cubana e o herdeiro legítimo dos revolucionários Simón Bolívar e José Martí, seus grandes heróis. Sua obsessão era encontrar uma maneira de garantir o controle sobre os rumos da revolução e os destinos de seu povo. Quando percebeu que a melhor saída seria construir uma ditadura vermelha em pleno Mar do Caribe, comprou o plano de Raúl e Che. Depois de um namoro cada vez mais às claras, veio o noivado: num discurso radiofônico transmitido em dezembro do ano passado, Castro declarava ser um "marxista-leninista" e anunciava a adoção do comunismo à moda soviética em Cuba.

Sierra Maestra: com os esfarrapados

O aprendiz de caudilho, que já levara Dwight Eisenhower a romper relações com a ilha menos de um ano antes, logo seria alvo das primeiras sanções econômicas de Washington. Os castigos impostos pelos EUA alimentaram ainda mais sua inflamada retórica antiamericana. Mas a população, que no geral gostava de ver o comandante provocando os "ianques", começava a desconfiar da utilidade da contenda – afinal, faltava cada vez mais comida à mesa, e a atmosfera de intimidação e pavor era cada vez mais evidente. John Kennedy ainda ajudou a mobilizar as massas cubanas nas trincheiras abertas por Castro com seu patrocínio à vexaminosa invasão da Baía dos Porcos, em abril do ano passado. O cotidiano brutal da ilha, agravado neste mês com o temor de uma ofensiva maciça dos EUA, logo dissipou o clima de união nacional e dividiu de vez a sociedade cubana. Os partidários de Fidel Castro se oferecem para as linhas de frente, cheios do orgulho nacionalista instigado pelo duelo com o Golias americano. O resto da população, no entanto, vive uma situação calamitosa. Depois de padecer para exorcizar a camarilha de corruptos que perpetuava a pobreza nos antigos governos, o povo cubano continua na miséria – agora acompanhada da perseguição política e do caos institucional. A Havana de antes, vibrante, festeira e de beleza inebriante, já não existe mais. No terreno da capital moderna e alegre brotou o núcleo de uma tirania física e espiritual. O ritmo buliçoso e quente da cidade, ditado pelos sons de rumba, chachachá, salsa e merengue, foi trocado pela batida enfadonha dos coturnos nas patrulhas militares que vigiam os moradores e espalham o medo.

'Habana Libre' - Apesar da opressão que mantém muitas pessoas longe das ruas, Havana amarga um permanente estado de desordem. É a capital mundial das filas: é preciso esperar longas horas por vistos e passaportes, por reservas de passagens nas poucas companhias aéreas que ainda viajam à ilha, pelos escassos mantimentos dos cartões de racionamento. O trânsito é sempre infernal – não pelo vigor do comércio de automóveis, mas sim pelo giro de caminhões militares abarrotados de jovens recrutas e dos canhões e tanques estacionados no Malecón, a movimentada avenida da orla. Os grandes magazines estão com as prateleiras vazias, e os hotéis de luxo deixaram de receber os turistas estrangeiros. Estão lotados de soviéticos, checos, poloneses e chineses, que pagam diárias de albergue estudantil para ocupar as melhores suítes. Erguido no elegante bairro de Vedado, o Hilton Havana, cinco estrelas imponente que custou 35 milhões de dólares aos americanos, foi transformado no quartel-general de Castro depois da revolução. Roubado do grupo hoteleiro Hilton, agora se chama "Habana Libre".

habana
O antigo Hilton: cinco estrelas invadido

Mas talvez o sintoma mais alarmante do ocaso de Havana seja a presença dos milhares de indigentes que ocupam suas praças e avenidas. Antes uma cidade cosmopolita, a capital agora é a meca dos camponeses pobres atraídos pelas promessas de fartura e conforto de Fidel. Alguns desembarcam na ilusão de matar a fome. Outros se recusam a voltar para suas terras antes que o governo concretize suas esperanças. Nos dias que antecederam a crise dos mísseis, Cuba lidava com outro problema. As agências de notícias internacionais informavam que o ano letivo começou com um mês de atraso nas escolas primárias. O motivo: assustados com a doutrinação comunista nas salas de aula, os pais deixaram os filhos em casa, e muitos professores abandonaram a profissão. Fidel, que já ameaça prender os pais dos estudantes ausentes, mandou trocar todos os livros didáticos – que tratavam de temas agora proibidos, como democracia e liberdade –, antes do retorno dos alunos das férias. Os novos volumes de História, Letras e até Ciências abordam todos os assuntos do ponto de vista marxista-leninista. Fidel Castro é incapaz de colher comida suficiente para alimentar seu povo, mas já planta as sementes de uma ditadura viçosa e longeva.

Viagens de Lula levantam questões polêmicas de sua política externa

A partir desta quinta-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva representará o Brasil em visitas a cinco países: Rússia, Qatar, Irã, Espanha e Portugal. Alguns dos temas de discussão são a insistente proposta do governo brasileiro de reforma no Conselho de Segurança das Nações Unidas e a interferência do Brasil diante das dificuldades de negociação sobre o polêmico programa nuclear iraniano. A participação na Cúpula de Madri suscita ainda a questão do isolamento de Honduras da comunidade sul-americana. José Augusto Guilhon de Albuquerque, fundador do Departamento de Ciência Política e do Núcleo de Relações Internacionais da USP, analisa os três assuntos problemáticos. No mapa, o trajeto do presidente Lula e as pautas de cada visita.

Conselho de Segurança das Nações Unidas
Contexto: Desde o início de seu primeiro mandato, em 2003, o governo Lula busca apoio para o ingresso do Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU - uma reivindicação antiga de ex-presidentes brasileiros. O que motiva o Itamaraty a insistir na candidatura é o prestígio internacional que entrar para o clube daria ao país, pois aumentaria seu peso como interlocutor nas questões globais. Além do Brasil, estão na fila Japão e Alemanha, que assumem hoje uma posição bastante relevante na comunidade internacional.

Comentário: "O Brasil não ganha nada com esse 'samba de uma nota só'. Repetir esse assunto em todas as viagens é totalmente inútil. Mesmo porque, qualquer mudança na estrutura do Conselho está bloqueada, devido ao veto da China - que quer evitar a entrada do Japão, candidato dos EUA, no grupo. As negociações não vão avançar. O Brasil deveria focar a visita à Rússia nos acordos comerciais, considerando que o país é um grande importador de carnes e hoje favorece EUA e Europa nas negociações."

Saiba mais: Conselho de Segurança da ONU

Programa nuclear iraniano
Contexto: O programa nuclear do Irã tem gerado desconfiança por parte da comunidade internacional, já que o país não declara suas atividades atômicas e mantém restrições às inspeções da ONU. As potências ocidentais acreditam que os iranianos tenham as ferramentas necessárias para desenvolver armas de destruição em massa. Para garantir a redução das atividades de enriquecimento de urânio em Teerã, os Estados Unidos defendem a imposição de uma quarta rodada de sanções internacionais contra a república islâmica. O presidente Mahmoud Ahmadinejad alega que os únicos objetivos de seu programa nuclear são realizar pesquisas médicas e gerar eletricidade. Nesta quarta-feira, ele declarou que qualquer resolução do Conselho de Segurança punindo o Irã sobre sua recusa em abandonar o enriquecimento de urânio "não valerá um centavo". O Brasil, assim como outros membros não-permanentes do Conselho de Segurança, tem incentivado um acordo de troca de urânio pouco enriquecido do Irã por combustível nuclear, que pode ser usado apenas para fins pacíficos. A ideia é evitar a imposição de novas sanções contra o país.

Comentário: "De fato, o programa nuclear iraniano é um tópico relevante, pois os olhos do mundo estão voltados para ele. O presidente Lula transformou sua viagem ao Irã em ícone e quer comprovar a nova capacidade do Brasil de interferir nas questões internacionais, de uma maneira que pretende ser decisiva. O governo brasileiro prometeu ser bem sucedido em algo que o mundo todo tem fracassado: até agora, o sexteto (membros do Conselho e Alemanha) não conseguiu chegar a um acordo com o Irã. Evidentemente, é uma grande jogada. Porém, é difícil imaginar qual tipo de trunfo econômico, de prestígio ou intimidação militar o Brasil tem que o sexteto não tem. O máximo que vai acontecer é Ahmadinejad declarar que concorda com o Lula e que se compromete a não desenvolver armas nucleares, mas ele não vai abrir completamente o programa e mostrar na prática que vai seguir a regra. Nada vai mudar, e Lula ainda vai sair cantando vitória."

Saiba mais: Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP)

Cúpula de Madri e o isolamento de Honduras
Contexto:
Ao lado dos presidentes da Argentina, Venezuela e Equador, o governo brasileiro ameaçou boicotar a Cúpula de Madri, caso o presidente hondurenho Porfírio Lobo fosse ao evento. O Brasil não reconhece o novo governo de Honduras após a eleição de novembro, apontada como a única solução para a crise que o país atravessou em 2009. O presidente deposto Manuel Zelaya ficou quatro meses hospedado na Embaixada Brasileira durante o impasse político. Devido à rejeição dos países sul-americanos ao seu governo, Lobo participará apenas da cúpula da América Central com a União Europeia em Madri, mas não do encontro da América Latina com o bloco europeu.

Comentário: "A Cúpula América Latina e Caribe - União Européia (ALC-UE) tem sido utilizada como plataforma para discursos políticos de Chávez, Correa e Lula, que demonizam alguns e beneficiam outros. Alguns posicionamentos são controversos: Cuba faz parte do encontro desde que foi criado, enquanto Honduras agora é impedida de participar - como se houvesse alguma dúvida de qual dos dois países é uma democracia. Deveria haver um esforço para normalizar a posição de Honduras no continente americano e focar as discussões em assuntos urgentes, como os reflexos da crise europeia sobre nós. A Europa é um parceiro importantíssimo do Brasil e de outros países latino-americanos. Se a economia do continente se retrai para evitar a crise, isso vai nos trazer sérias consequências. É preciso debater mecanismos de defesa para este choque."

terça-feira, 11 de maio de 2010

Índia: iogue de 83 anos que não come há 70 impressiona médicos

O indiano foi vigiado 24 horas e seguiu sem beber, comer, urinar ou defecar


O iogue diz que foi abençoado por uma deusa aos oito anos

Cientistas indianos expressaram assombro após as análises efetuadas durante duas semanas em um homem de 83 anos, que afirma ter passado mais de 70 anos sem ingerir alimentos ou beber água.

O iogue de barba longa Prahlad Jani resistiu sem beber ou comer, mas sobretudo sem urinar ou defecar, durante este período de observação que terminou na quinta-feira, segundo os cientistas.

"Seguimos sem entender como sobrevive sem urinar ou defecar. Este fenômeno é um mistério", declarou à imprensa Sudhir Shah, um neurologista da equipe de 30 médicos que observaram o iogue em um hospital de Ahmedabad (oeste).

Prahlad Jani era vigiado 24 horas por dia por câmeras pelo Organismo de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Defesa (DRDO).

Depois, o iogue regressou à sua terra natal próximo a Ambaji, em Gujarat (norte), onde retomou suas atividades de meditação. O idoso garante que uma deusa o abençoou quando tinha 8 anos e permitiu que vivesse sem alimentos.

Durante as duas semanas de observação, "o único contato de Jani com líquidos era quando fazia gargarejos ou se lavava", indicou em um comunicado o doutor G. Ilavazahagan, diretor do Instituto Nacional de Defesa especializado em fisiologia.

"Se Jani não tira sua energia dos alimentos ou da água, deve fazê-lo de outras fontes que o cercam, e o sol é uma delas", indicou o doutor Sudhi Shah. "Nós, profissionais do setor médico, não podemos excluir hipóteses como a de uma fonte de energia diferente das calorias", disse.

O iogue se submeteu a uma ressonância magnética. Seu cérebro e sua atividade cardíaca foram medidos com eletrodos e foram feitas análises de sangue.

O resultado detalhado será publicado nos próximos meses e os cientistas esperam poder aproveitá-los para aumentar a resistência dos militares ou ajudar as vítimas de catástrofes naturais.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

30 coisas p fazer antes dos 30

1 Ficar absurdamente bebado pelo menos 1 vez na vida
2 Encontrar alguém da Net
3 Agarrar um amor platônico
4 Se apaixonar a primeira vista
5 Roubar o namorado de alguém
6 Roubar chocolate nas lojas Americanas
7 Ir p/ balada d ônibus
8 Subir num palco e dançar igual louco
9 Transar num lugar publico
10 Fingir ser estrangeiro e falar um idioma que ñ existe
11 Pintar o cabelo de uma cor absurda
12 Fazer uma Tatoo
13 ter o melhor sexo da sua vida com um idiota
14 Ir a um show d rock e ficar gritando: 'CANTA PAGODE'
15 Voltar da balada e dormir com a roupa que saiu
16 Se jogar na piscina de roupa
17 Fugir de casa p/ sempre e voltar no outro dia
18 Ir numa boate gay
19 Passar uma semana a base de sorvete e chocolate
20 Tomar banho de praia a noite
21 Ter um peixe e conversar com ele
22 Encontrar um ídolo
23 Sacanear um desconhecido
24 Chorar vendo um desenho
25 Compor uma música
26 Viajar sozinho
27 Chorar d tanto rir
28 Jogar uma bomba no vizinho
29 Encontrar um amor
30 dizer EU TE AMO